Helvio Romero/Estadão
Helvio Romero/Estadão

'Vejo com profundo pesar', diz presidente da Riachuelo sobre atual 'Placar da Previdência'

Para Flávio Rocha, sem reforma, crise deve voltar ao País; levantamento do 'Estado' aponta 212 deputados contra e 61 favoráveis ao texto que altera regras da Previdência

Caio Rinaldi, O Estado de S.Paulo

08 Dezembro 2017 | 14h35

O presidente da rede varejista Riachuelo, Flávio Rocha, afirmou que "aqueles deputados que se declaram e votam contra a reforma da Previdência, em vez de encontrarem um ambiente favorável nas urnas em 2018, serão taxados como defensores dos privilégios e dos marajás". 

++ CONFIRA QUEM ESTÁ CONTRA OU A FOVOR DA REFORMA NO 'PLACAR DA PREVIDÊNCIA'

Rocha fez a afirmação após tomar conhecimento do mais recente Placar da Previdência, elaborado pelo 'Estado'.

Conforme o levantamento, 212 deputados dizem que votariam contra o texto que modifica as regras para se aposentar no Brasil, enquanto 61 se declararam favoráveis; 87 indecisos; 57 não responderam; e outros três informaram que estarão ausentes. "A sensação é de profundo pesar. Qualquer pessoa com o mínimo de racionalidade sabe que, se a reforma não for aprovada, a crise volta, e volta rápido", afirmou Rocha.

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O presidente da Riachuelo ressaltou que os danos à sociedade em um eventual retorno da crise são muito grandes. "Muito mais do que qualquer perda ilusória que atribuem à reforma. A perda que existe é a dos privilégios, que precisam ser combatidos."

A postura dos deputados contrários ao avanço da reforma, disse, é fruto de "desinformação". "A previdência, do jeito que está hoje, é o grande fator de aumento da desigualdade no País. É a maior crueldade que se comete contra os mais humildes", declarou. 

 

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