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Venda de casas novas nos EUA tem 1ª alta em 7 meses

Vendas subiram 4,7% em fevereiro, para 337 mil unidades, na comparação com janeiro desse ano

ANA CONCEIÇÃO E CYNTHIA DECLOEDT, Agencia Estado

25 de março de 2009 | 11h38

As vendas de imóveis residenciais novos nos Estados Unidos subiram 4,7% em fevereiro, para 337 mil unidades, na comparação com janeiro, em dados sazonalmente ajustados, informou nesta quarta-feira, 25, o Departamento de Comércio norte-americano. Foi o primeiro aumento em sete meses, embora os dados também mostrem que os preços das casas novas desabaram no período. Na comparação com fevereiro de 2008, as vendas foram 41,1% menores.

 

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Economistas esperavam queda de 2,9% no dado do mês passado, para 300 mil unidades em fevereiro ante o mês anterior. O dado de janeiro foi revisado para declínio de 13,2%, ante estimativa anterior de queda de 10,2%.

O preço mediano de uma nova casa nos EUA caiu 18,1% em fevereiro, para US$ 200,9 mil, em comparação aos US$ 245,3 mil em fevereiro de 2008. O preço médio declinou 16,7%, para US$ 251 mil, ante o mesmo período do ano anterior.

Bens duráveis

As encomendas de bens duráveis nos EUA subiram inesperadamente em fevereiro, mas o indicador de demanda futura caiu, minimizando a impressão de recuperação do fragilizado setor de manufatura. No mês passado, as encomendas de bens duráveis subiram 3,4% ante janeiro, para o nível sazonalmente ajustado de US$ 165,56 bilhões, informou hoje o Departamento do Comércio norte-americano. A alta de 3,4% surpreendeu os economistas, que previam queda de 2%.

O avanço registrado em fevereiro foi o melhor resultado desde o aumento de 4,1% registrado nas encomendas de bens duráveis em dezembro de 2007. Entretanto, o dado de janeiro foi revisado em forte baixa, para queda de 7,3%, de estimativa anterior de retração de 4,5%. Em comparação a fevereiro do ano passado, as encomendas de bens duráveis caíram 28,4%, em termos não ajustados.

Já o número de encomendas não preenchidas, um indicador de demanda futura, recuou 1,3% em fevereiro, pelo quinto mês seguido. As informações são da Dow Jones.

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