Venda do iPhone 5 começa hoje nas operadoras do País

Celular deve chegar ao consumidor com preço médio acima de R$ 2mil

NAYARA FRAGA e CAMILO ROCHA, O Estado de S.Paulo

13 de dezembro de 2012 | 02h08

O iPhone 5, smartphone lançado pela Apple em setembro, chega hoje ao Brasil. As operadoras brasileiras começam a vender o aparelho a partir da meia-noite.

A TIM já divulgou os preços, que variam conforme a capacidade de armazenamento e o plano. O iPhone 5 de 16 gigabytes (GB) sairá por R$ 2.399 à vista, no pré-pago. Nas versões de 32 GB e 64 GB, os valores sobem para R$ 2.699 e R$ 2.999, respectivamente.

No caso da contratação do plano pós-pago TIM Liberty + 50 e da compra do modelo mais simples, o consumidor vai pagar 12 parcelas de R$ 249. O lançamento fará a operadora abrir excepcionalmente nove lojas à meia-noite. Entre elas está a do Shopping Eldorado, em São Paulo.

A Claro abrirá, no mesmo horário, 26 unidades em 19 cidades. Em São Paulo, o iPhone 5 poderá ser comprado nas lojas de cinco shoppings. A Vivo também venderá o celular em 16 locais. O preço será de R$ 1.450 para clientes com o plano pós-pago mais caro.

Já a Oi informou que fará a venda à meia-noite no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Na sexta-feira, todas as lojas das operadoras estarão comercializando o celular.

Teste. O Link, editoria de tecnologia do Estado, testou o iPhone 5 recentemente. Um dos poucos diferenciais percebidos é a leveza do aparelho em relação a seus antecessores. Ele pesa apenas 112 gramas, ante 140 gramas do iPhone 4S e 135 gramas do 3GS. A espessura também mudou - 7,6 milímetros ante os 9,33 milímetros do iPhone 4S.

Além disso, o aparelho ficou um pouco mais comprido, passando de 3,5 polegadas para 4 polegadas. Isso faz o novo iPhone ser mais anatômico e caber melhor na mão. No entanto, há um ponto negativo. Apesar de suportar a conexão 4G, o celular não reconhece as faixas de transmissão usadas no Brasil. Outro contra é o preço salgado, o que faz, aliás, o iPhone ter participação de apenas 0,4% no mercado de smartphones brasileiro, segundo pesquisa da Kantar Worldpanel.

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