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Vendas de supermercados sobem 1,1% em novembro ante 2009--Abras

As vendas reais dos supermercados brasileiros cresceram 1,1 por cento em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta terça-feira a associação que representa o setor no país, Abras. Já em relação a outubro, houve queda de 5,22 por cento.

REUTERS

28 de dezembro de 2010 | 11h15

Nos 11 meses até novembro, o setor acumula expansão de 4,33 por cento ante igual período de 2009, índice já deflacionado pelo IPCA.

Restando apenas um mês para o fim de 2010, a Abras reduziu novamente a estimativa para o aumento das vendas do setor supermercadista em 2010, que deve ficar perto de 4,5 por cento.

No final de outubro, a Abras já havia diminuído a previsão de alta nas vendas neste ano de 8 para 5 por cento, afirmando que o número poderia chegar a 5,2 por cento.

Na ocasião, o superintendente da Abras, Tiaraju Pires, disse que o crescimento menor que o projetado não é consequência de uma queda no consumo, mas de um redirecionamento da renda para outros setores, como o imobiliário, de eletroeletrônicos e de informática.

"Devemos fechar o ano de 2010 com um crescimento próximo de 4,5 por cento. É um ótimo desempenho. O faturamento do setor cresce ininterruptamente há três anos. Isso mostra que mais gente, principalmente das classes D e E, está entrando no mercado de consumo... Esperamos que 2011 mantenha essa tendência", afirmou Pires em nota divulgada nesta terça-feira.

CESTA

A entidade informou também que, no mês passado, a AbrasMercado --cesta composta por 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK-- teve alta de 4,8 por cento em relação ao mês anterior. Sobre novembro de 2009, o indicador cresceu 14,85 por cento, passando de 261,61 reais para 300,47 reais.

Os produtos que apresentaram maiores altas em novembro, na comparação mensal, foram batata (18,28 por cento), carne traseiro (11,07 por cento) e carne dianteiro (9,44 por cento), enquanto as maiores quedas foram de cebola (-2,60 por cento), feijão (-2,54 por cento) e tomate (-2,53 por cento).

(Por Vivian Pereira)

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