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Vendas do Dia das Mães decepcionam

O desempenho do comércio varejista por ocasião do Dia das Mães ficou aquém do esperado, apesar da decisão do governo de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre fogões, máquinas de lavar, geladeiras e tanquinhos, para impulsionar as vendas desses itens de maior valor.

Agencia Estado

12 de maio de 2009 | 08h21

Duas pesquisas divulgadas ontem indicam o pífio resultado do comércio. O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio cresceu 1,9% na semana que antecedeu o Dia das Mães deste ano ante o mesmo período de 2008. Foi a menor taxa de crescimento de vendas nacionais desde 2002, quando a alta havia sido de 1%. Em 2008, o desempenho do Dia das Mães foi 7,7% maior na comparação com o ano anterior.

Os dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) apontam para um resultado pior. A média diária de consultas para vendas a prazo computadas pela entidade no maior mercado consumidor do País caiu 12,5% entre os dias 1º e 10 deste mês, em relação 2008. Nas vendas pagas com cheque, o recuo foi menor, de 3,2%, nas mesmas bases de comparação. "A crise é de crédito. O máximo que dá para falar é que o corte no IPI ajudou a diminuir o ritmo de queda, mas não deu para reverter o quadro", afirmou o economista da ACSP, Emílio Alfieri. O gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi, acredita que, sem o IPI menor, a taxa de crescimento seria negativa.

Pesquisa preliminar feita pela indústria mostrou que as vendas de celulares e de eletroportáteis, itens de menor valor, foram bem neste ano. Já os eletrodomésticos da linha branca ficaram abaixo das expectativas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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