Vendas no comércio cresceram 6,44% em novembro

As vendas do comércio varejista cresceram 6,44% em novembro ante novembro de 2003, segundo divulgou hoje o IBGE. O aumento foi o décimo segundo consecutivo nas vendas do setor, mas houve desaceleração em relação ao crescimento de outubro ante outubro de 2003, que havia sido de 8,39%. O técnico do Departamento de Comércio do IBGE, Nilo Lopes, disse que a desaceleração ocorreu por causa da base de comparação mais elevada em novembro de 2003 do que nos meses anteriores. Em 2004, o comércio acumulou até novembro aumento de 8,98% nas vendas e crescimento de 8,33% em 12 meses.A receita nominal do setor cresceu 12,19% em novembro ante novembro de 2003 e acumulou no ano alta de 12,23% e de 12,08% em 12 meses. Para essa pesquisa não há dados comparativos a mês anterior.o segmento de móveis e eletrodomésticos registrou o maior aumento nas vendas em novembro, ante igual mês de 2003, com crescimento de 22,44% nesta base de comparação. O crescimento do setor ficou bem acima do comércio em geral (6,44%) no período. Houve aumento também, especialmente, nas vendas de Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (6,26%)e em Veículos, Motos, Partes e Peças (17,18%). As atividades que registraram queda nas vendas no período foram Combustíveis e Lubrificantes (-0,03%); Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (-6,67%) e Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação (-11,97%).Única quedaO segmento de livros, jornais, revistas e papelaria foi o único dos pesquisados pelo IBGE na pesquisa mensal de comércio a apresentar queda nas vendas (-2,49%) no acumulado de janeiro a novembro do ano passado. Os desempenhos acima da média do varejo (8,98%) no período foram registrados, além de móveis e eletrodomésticos (26,95%), em outros artigos de uso pessoal e doméstico (como ótica, brinquedo e artigos do lar, com 16,43%); veículos, motos e partes (17,70%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (13,11%). Foram registrados crescimentos acumulados também, ainda que abaixo da média, nos segmentos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,75%); combustíveis e lubrificantes (4,79%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e fumo (6,62%); tecidos, vestuário e calçados (4,73%) e material de construção (2,30%).

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