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Venezuela estuda confiscar fábrica da Pfizer

Governo acusa farmacêutica de "desmantelar" a unidade preocupada com a concorrência

Marcílio Souza, da Agência Estado,

21 de agosto de 2009 | 16h15

Uma fábrica da farmacêutica norte-americana Pfizer poderá ser confiscada pelo governo da Venezuela caso não seja fechado logo um acordo para retomar a produção na unidade, disse o ministro de Comércio do país, Eduardo Saman.

 

A Pfizer ofereceu-se para vender a fábrica ao governo, mas o ministro acredita que a companhia esteja tentando evitar uma venda e, em vez disso, retirando o maquinário para que seja impossível que ela concorra com medicamentos importados e com outra unidade da Pfizer no país. "A Pfizer não quer vender a unidade; eles a querem desmantelada", disse o ministro.

 

Uma reunião entre a Pfizer e o ministério de Saúde da Venezuela para discutir a possível venda e outras questões está agendada para a semana que vem, segundo Saman.

 

A porta-voz da Pfizer Tyrene Frederick-Mack disse nesta sexta-feira que a companhia está em negociações com o governo para a venda e que espera chegar a um acordo num futuro próximo. "A Pfizer está aberta a todo e qualquer possível comprador interessado na unidade", afirmou.

 

A Pfizer comprou a fábrica em 2003 e é uma das duas unidades da companhia na região de Valencia, a oeste de Caracas. Em 2006, a Pfizer decidiu começar a consolidar suas atividades por meio da transferência das operações para a outra fábrica como parte de um plano para atender suas "necessidades globais de produção de longo prazo". Esse processo foi concluído em junho, quando a produção no local foi interrompida. As informações são da Dow Jones.

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