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Venezuela pode assumir laboratórios da Pfizer no país

A Venezuela estuda assumir temporariamente as operações locais da farmacêutica norte-americana Pfizer em retaliação à decisão da empresa de fechar um laboratório, de acordo com o ministro do Comércio, Eduardo Saman. A agência de notícias estatal informou que o ministro vai pedir para o presidente Hugo Chávez autorizar a medida.

DANIELLE CHAVES, Agencia Estado

22 de maio de 2009 | 19h06

O governo da Venezuela tem vendido dólares à taxa de câmbio oficial de 2,15 bolívares para a Pfizer enquanto outras companhias têm dificuldades para receber aprovação para comprar a moeda a essa taxa. "Eles não podem nos pagar de volta com o fechamento de uma fábrica", disse Saman.

Um sindicato pediu que o governo assuma temporariamente as fábricas da Pfizer, que fechou uma unidade na cidade de Valência, de acordo com a agência de notícias estatal. Um porta-voz da Pfizer no país não foi encontrado para comentar o assunto.

"Estamos muito preocupados porque naquela fábrica são produzidos remédios que são essenciais e necessários para o país", disse Saman. Recentemente o ministro supervisionou a tomada de posse de algumas fábricas que eram controladas pela norte-americana Cargill. As informações são da Dow Jones.

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