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Vestuário e aparência influenciam a imagem do executivo

O erro é o exagero: ser escravo da moda, usar muito decote, muito brilho

Ana Paula Lacerda, do Estadão,

08 de agosto de 2007 | 18h12

Muitos executivos já passaram pela situação de conversar com alguém e, por mais que aquela pessoa tivesse um ótimo currículo, a impressão que ficou foi ruim. Esse fato é mais comum do que parece, e depende em grande parte da comunicação não-verbal, que envolve a postura, a aparência, o vestuário e o tom de voz da pessoa, entre outras coisas.  Com que roupa?   Participe da enquete  "Num primeiro contato, quando se forma a primeira impressão, essas características representam até 93% do impacto causado. Só outros 7% vêm do que realmente a pessoa fala", explica a consultora de imagem Silvana Bianchini, da consultoria Dresscode. E uma primeira impressão leva cerca de 30 segundos para se formar. "Ou seja, é um tempo curto mas que pode ser decisivo em uma entrevista de emprego ou em uma reunião de negócios", afirma. Silvana, que já realizou workshops de imagem e comunicação não-verbal para executivos de empresas como Unilever, Unibanco e Merryl Lynch, diz que entre os principais erros está o vestuário. Segundo ela, o erro é o exagero: ser escravo da moda, usar muito decote, muito brilho. "O executivo tem de lembrar que ele é uma mídia humana da empresa."  Apesar de poucas empresas terem regras explícitas sobre vestuário, ela lembra que em todos os ambientes a maneira como a pessoa se veste é julgada.

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