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Vivo amplia comunicação sobre 'desconexão'

Nova campanha da marca, que estreia nesta semana, reforça que às vezes é melhor desligar o celular

Fernando Scheller, O Estado de S.Paulo

29 de outubro de 2018 | 05h00

A operadora Vivo vai colocar no ar, a partir desta semana, uma série de filmes que prega justamente o contrário do que se espera de uma empresa que vende conexão por voz e dados. Os seis comerciais que serão exibidos na televisão vão propor que, às vezes, o melhor a fazer é colocar o celular de lado. “Já faz tempo que a nossa comunicação deixou de falar de tecnologia para falar de pessoas”, diz Christian Gebara, vice-presidente executivo da Vivo. “É um ambiente em que atua a Apple e que também é natural para a Vivo.”

Os dois primeiros filmes, criados pela agência Africa, que estreiam nesta semana, tanto na televisão quanto em meios digitais, enfocam situações pelas quais muita gente já passou. O primeiro mostra um casal namorando quando o momento íntimo é interrompido por uma mensagem. O segundo retrata uma que acalenta o sono da filha e é distraída por uma ligação. Nos dois casos, as pessoas optam por viver o momento e deixar o telefone de lado. 

Até dezembro, serão mais quatro filmes com exibição na televisão – que retratarão a presença nociva do celular em jantares entre amigos, em concertos musicais, em apresentações escolares e em encontros românticos. Para compor esse microcosmo de realidade, Gebara explica que a empresa se preocupou em mostrar diversidade de gênero, raças, idades e orientações sexuais.

Uma série de outras situações será narrada em conteúdos que serão gerados nos canais digitais da Vivo. A trilha, em alguns casos, usará uma versão da canção Spending My Time, do grupo sueco Roxette, sucesso nos anos 1990.

O executivo da Vivo diz que a marca flerta com a ideia de desconexão desde 2016, quando lançou o posicionamento Viva Tudo. Agora, porém, o debate vai para o centro da comunicação da operadora, incluindo a direcionada ao público interno. “O conceito estará presente em espaços para funcionários na empresa, como cafés, para incentivar a conexão real”, diz Gebara.

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