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Voláteis, Bolsas ampliam quedas

Contágio de problemas no crédito nos EUA eleva aversão a risco, mas dólar, juro e risco Brasil fecham em baixa

Claudia Violante, Silvana Rocha e Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

07 de julho de 2028 | 00h00

As Bolsas em Nova York e São Paulo até tentaram, ontem, se recuperar do tombo de quinta-feira, mas os temores com os problemas no setor imobiliário subprime norte-americano e seu alastramento pelo crédito corporativo se sobrepuseram à boa notícia do dia. A primeira prévia do PIB dos EUA no segundo trimestre mostrou expansão de 3,4%, a maior desde os primeiros três meses de 2006, e trouxe alívio momentâneo. Mas a volatilidade prevaleceu. Dólar e juros terminaram em queda porque fecharam antes de os mercados de ações em Wall Street piorarem, com maior demanda dos investidores pelos Treasuries. A Bovespa foi contaminada e caiu 1,80%, para 52.922,2 pontos. O dólar à vista terminou na mínima de R$ 1,894 na BM&F (-1,81%) e balcão (-1,76%). O juro de janeiro 2010 recuou para 11,07%. E o risco Brasil cedeu 2 pontos, a 220 pontos-base.

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