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Volkswagen abre 2º turno e vai contratar 350 pessoas para fábrica no Rio

Montadora quer ampliar a produção de caminhões de grande porte, usados principalmente pelo setor de agronegócios; desde 2015, a fábrica só operava em um turno

Cleide Silva, O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2018 | 15h47

A Volkswagen Caminhões e Ônibus vai iniciar, em dezembro, um segundo turno parcial na fábrica de Resende, no Rio de Janeiro. A empresa já está em fase de contratação de 350 pessoas para ampliar a produção de caminhões de grande porte, usados principalmente pelo setor de agronegócios.                                  

A montadora e os fornecedores de componentes que operam dentro do complexo no sistema chamado de modular chegaram  a trabalhar em três turnos em 2012 e 2013, depois reduziram para dois no início da crise econômica e, desde 2015, só operava em um turno.

"Por enquanto o segundo turno é só para os caminhões pesados, mas assim que o mercado melhorar, mais poderemos estender para as demais áreas ", diz o presidente da Volkswagen caminhões e ônibus, Roberto Cortes. O anúncio foi feito a um grupo de sindicalistas de Resende que se reuniu em São Paulo com cortes e com o presidente mundial do Grupo Traton, Andreas Renschler, que está no Brasil para uma série de reuniões

Paraná

Na semana passada, a Volkswagen também anunciou início do segundo turno de trabalho na fábrica de automóveis de São José dos Pinhais, no Paraná, para a produção do SUV T-Cross e a volta de 500 funcionários que estão em lay-off (com contratos suspensos).

A fábrica de caminhões e ônibus de Resende tem atualmente 3.500 funcionários.  Antes da crise, chegou a empregar 6,5 mil trabalhadores.  "Em 2012 produzimos 70 mil veículos e, este ano, produziremos 35 mil", informa Cortes. O executivo vê melhoras para o mercado neste ano e no próximo.

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