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Volpon sinaliza não crer na dominância fiscal

O voto a favor da elevação de 0,5 ponto porcentual da Selic (a taxa básica de juros) dado pelo diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC), Tony Volpon, é um sinal claro de que ele considera totalmente infundados os temores sobre dominância fiscal. Dentro do BC, Volpon tem sido o participante do Copom que reagiu de forma mais veemente contra o que considera um grande erro de análise por parte de alguns especialistas do mercado financeiro: a possibilidade de que o Brasil esteja próximo ou já tenha ingressado numa situação de dominância fiscal.

Fernando Dantas / RIO, O Estado de S.Paulo

26 de novembro de 2015 | 02h06

Na visão do diretor, a dominância fiscal é uma situação binária - ou se está nela, ou não se está - e, caso surgisse, haveria efeitos muito mais fortes na estrutura de juros, já que o mercado tenderia a rejeitar qualquer nível de remuneração dos títulos do governo. Volpon, em conversas recentes com participantes do mercado, reiterou que não vê nenhum sinal de uma situação desse tipo.

Assim, ao votar pela alta da Selic diante da piora das expectativas de inflação, o diretor reafirma que a política monetária continua a agir em situação de normalidade. Sidnei Corrêa Marques, diretor da Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, acompanhou Volpon no voto pela alta da taxa de juros.

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