Volume negociado da dívida do Brasil cai 2%

Os volumes de negociação com os títulos da dívida do Brasil caíram 2% em 2002 para US$ 707 bilhões, de US$ 721 bilhões em 2001, informou a Associação dos Traders de Mercados Emergentes (Emta, na sigla em inglês). Foi o mais baixo volume negociado desde 1994, embora o Brasil só tenha sido superado pelo México em negócios. Os bônus mexicanos mantiveram o primeiro lugar, com US$ 949 bilhões negociados em 2002, uma queda de 15% em relação ao US$ 1,111 trilhão registrado em 2001.O México respondeu por 31% de toda a dívida de mercado emergente negociada em 2002, um leve recuo em relação à participação de 32% em 2001, mas acima dos anos anteriores. As negociações com os ativos da Argentina, em contrapartida, despencaram 90% para US$ 39 bilhões, de US$ 384 bilhões em 2001.No total, o volume negociado com papéis da dívida de mercados emergentes caiu 12% em 2002 para US$ 3,068 trilhões, de US$ 3,484 trilhões em 2001. As transações no ano passado ficaram 8% acima do total de US$ 2,846 trilhões negociado em 2000, segundo a Emta.Os papéis da Rússia, da África do Sul e de Hong Kong ficaram, respectivamente, em terceiro, quarto e quinto lugares no ranking de mais negociados, se favorecendo da maior aversão ao risco em boa parte do ano passado. O volume negociado com os papéis russos caíram 18% em 2002 para US$ 245 bilhões, enquanto as transações com os papéis sul-africanos apresentaram crescimento de 25% para US$ 164 bilhões. Os instrumentos da dívida de Hong Kong movimentaram US$ 120 bilhões no ano passado, de US$ 87 bilhões em 2001.

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