Coluna

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Votorantim prevê receita menor em 2007

A receita da Votorantim Celulose e Papel (VCP) em 2007 deverá ficar abaixo do nível registrado em 2006, segundo previsão de José Luciano Penido, presidente, e Valdir Roque, diretor de Relações com Investidores da companhia. Em entrevista exclusiva à Agência Estado, em Nova York, os executivos não arriscaram um número fechado, mas observaram que 2007 será um "ano atípico", por conta da troca de ativos com a International Paper (IP). "Teremos 30 dias da fábrica de Luiz Antonio (que será transferida em fevereiro para a IP) e o consórcio da Ripasa entra em funcionamento em janeiro", afirmaram.Segundo dados da VCP, a receita líquida no terceiro trimestre totalizou R$ 685 milhões. No mesmo período, o lucro líquido foi de R$ 126 milhões e o Ebitda, R$ 279 milhões.Para 2020, a empresa aumentou a projeção de produção de celulose para 6 milhões de toneladas, ante meta inicial de 4 milhões de toneladas. Para o segmento de papel, a meta continua em 2 milhões de toneladas. As vendas estimadas para aquele período são de US$ 4 bilhões."A meta é ir aumentando gradualmente a produção de celulose. Em 2012, a produção total deverá ser de 90% de celulose e 10% de papel", estimaram. "A vantagem da VCP em relação a outras companhias reside na área florestal. O clima brasileiro fornece uma combinação de fatores incomparável a outras geografias", observaram os executivos.Penido e Roque afirmaram que a VCP não pretende aumentar sua parcela de controle na Aracruz. "Pretendemos manter a atual presença controladora na empresa, onde temos relacionamento amigável", acrescentaram.

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