'Vou continuar insistindo para tirar o 13º andar'

ENTREVISTA - Roberto Carlos, cantor

, O Estado de S.Paulo

18 de junho de 2011 | 00h00

No meio de tumulto de fãs e futuros compradores de seu imóvel, no local do empreendimento, Roberto Carlos falou à reportagem do Estado:

Ouvi que você terá um apartamento nesse seu edifício. Será na cobertura?

Não é na cobertura que estou pensando. Não quero na cobertura. Ainda não decidi, mas será entre o 33.º e o 34.º andar.

E é verdade que você quer eliminar o 13º andar?

É. Nos EUA eles não têm problema em relação a isso, mas aqui está difícil. E é uma bobagem, todo mundo saberá que o 13.º está lá, só que o número será o 14.º. Só não terá esse número. Vou continuar insistindo com o (Gilberto) Kassab (prefeito de São Paulo).

Você vai mesmo participar da festa dos 70 anos do Erasmo?

Vou participar do aniversário do meu irmão! Sim, é claro que vamos cantar juntos. Ainda não decidimos quais músicas vamos cantar, estamos discutindo isso, mas é certo que vou cantar. Não ia ficar de fora dessa.

Anteontem, você foi até o show do Tom Cavalcante e deu um carro de R$ 250 mil a ele. Por que?

O Tom vem fazendo shows no cruzeiro Emoções em Alto Mar há algum tempo. Eu fiquei sabendo, outro dia, que a gente não consegue pagar a ele por isso porque ele não quer receber. Aí eu pensei: vamos dar um presente bonito pro Tom. Uma caranga que não seja alta, na altura do peito. Ou seja: um conversível. Resolvemos dar esse presente, um carro esportivo, esse Corvette que eu queria para mim. Porque tinha de ser assim: não podia ser um carro que eu pessoalmente não quisesse para mim.

E você saiu de lá em um carro velho. Por quê?

É muito engraçado, eu vi o show do Tom, dei o carro e saí de lado no meu Escortinho 93. É uma limusine! É lindo! É uma paixão que tenho por esse carro, que está comigo desde 1994.

Para você, o que significa fazer show em Jerusalém pela primeira vez, como fará em setembro?

A última vez que estive em Jerusalém foi quando filmamos Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa. Foi uma experiência maravilhosa. Mas eu tive tanta coisa para fazer lá que não tive tempo de fazer tudo que queria. Agora eu quero ver tudo. Cantar em Jerusalém... Não sei como explicar. Só espero fazer um show inteiro sem chorar.

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