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Yellen defende independência do Fed e é criticada por deputados republicanos

O presidente do Comitê, Jeb Hensarling, do Texas, perguntou se as discussões semanais de Yellen com o secretário do Tesouro deveriam ser divulgadas ao público

MICHAEL FLAHERTY E HOWARD SCHNEIDER, REUTERS

16 de julho de 2014 | 14h39

A chair do Federal Reserve, Janet Yellen, defendeu nesta quarta-feira a independência do banco central dos Estados Unidos em audiência na Câmara dos Deputados, enfrentando questões difíceis de parlamentares republicanos que querem reduzir a autoridade do Fed.

O pronunciamento preparado de Yellen sobre a economia e a política do Fed foi idêntico ao de sua participação, na véspera, em sessão do Comitê Bancário do Senado. Lá, ela manteve sua posição de que a política monetária expansionista ainda é necessária, embora a economia esteja se recuperando.

Nesta quarta-feira, Yellen disse ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara que vê crescimento suficiente para sustentar ganhos no mercado de trabalho e que o crescimento do crédito e a alavancagem estão em níveis moderados.

Ela também comentou preocupações com a supervisão de instituições financeiras pelo Fed e o uso de acordos de recompra.

Integrantes republicanos do comitê dispararam perguntas mais afiadas do que ela enfrentou durante pronunciamento no Senado, criticando o Fed por não operar com transparência suficiente.

O presidente do Comitê, Jeb Hensarling, do Texas, perguntou se as discussões semanais de Yellen com o secretário do Tesouro deveriam ser divulgadas ao público.

"Não estou disposta a relatar, em base semanal, conversas privadas", respondeu Yellen. Ela acrescentou, contudo, que quaisquer acordos que surgirem nessas discussões seriam divulgadas ao público.

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