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Zona do euro: PIB do 3º trimestre fica em 2,7%

A economia da zona do euro (13 países europeus que compartilham a moeda) cresceu mais do que a agência de estatística da União Européia, o Eurostat, havia estimado anteriormente, à taxa anualizada de 2,7%. Na prévia, o Eurostat calculou que a economia da região havia crescido à taxa anualizada de 2,6%. A revisão em alta do crescimento refletiu o aumento no consumo das famílias e nos investimentos. Economistas previam que o Produto Interno Bruto (PIB) anualizado do terceiro trimestre não seria revisado. Já o PIB trimestral não foi revisado e o Eurostat manteve a alta de 0,7%. InflaçãoO índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) na zona do euro teve a maior alta dos últimos seis anos e meio, de 3% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou a agência de estatística da União Européia, o Eurostat. O resultado ficou 1 ponto porcentual da meta do Banco Central Europeu (BCE) de estabilidade dos preços e superou as previsões de economistas de aumento de 2,8%. Em outubro, o CPI subiu 2,6%. O Eurostat informou que foi a maior alta do CPI desde o aumento de 3,1% registrado em maio de 2001.O BCE visa manter a inflação a um nível "perto, mas abaixo de" 2% no médio prazo. O CPI tem se mantido acima deste nível nos últimos três meses. No entanto, a turbulência financeira recente pode provocar uma desaceleração econômica na região, o que indica que a próxima medida do BCE na política monetária pode ser um corte dos juros - atualmente a taxa de juro na região está em 4% ao ano. Embora as taxas de inflação elevadas deixem normalmente os bancos centrais mais agressivos, o cenário econômico global provavelmente inspirará cautela ao BCE em mexer nos juros nos próximos meses. As informações são da Dow Jones.

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