Administração terá mandatos com prazo determinado

A nova diretoria do Masp criou neste ano uma estrutura parecida com a de uma companhia para gerir o maior museu privado do País. Compõem esse novo modelo uma diretoria estatutária, no qual estão sete membros, um novo conselho deliberativo, formado por 83 pessoas e um conselho fiscal de seis membros. Abaixo da diretoria estatutária estão a diretorias artística, a de fomento e operações e a administrativa e financeira.

MÔNICA SCARAMUZZO, CÁTIA LUZ, O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2014 | 02h03

Os diretores estatutários vão, de fato, administrar o museu. Heitor Martins, presidente do Masp, também faz parte dessa diretoria, que tem Miguel Chaia como vice-presidente. O conselho deliberativo tem como presidente Beatriz Pimenta Camargo, ex-presidente do museu, e Alfredo Egydio Setubal, do Itaú, como vice-presidente.

Dentro dessas novas regras, foram estabelecidos mandatos para que a renovação dos quadros dos gestores seja feita de forma constante, uma forma para evitar o engessamento da administração e a criação de figuras "perenes" no museu - exatamente o modelo tão criticado pela atual diretoria.

Os estatutários só poderão exercer três mandatos consecutivos (de três anos) e as vagas no conselho são válidas para apenas dois mandatos (de quatro anos). A próxima mudança de mandatos será em 2016.

Além disso, foram criados comitês com o objetivo de discutir temas mais específicos do museu. Por exemplo, haverá um grupo de programação para debater o teor das exposições e as mostras que serão realizadas, outro para discutir captação de recursos para o Masp e um de comunicação e relações institucionais, para começar a construir um diálogo maior com a sociedade.

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