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Cade aceita pedido da CSN para investigar entrada da Ternium na Usiminas

Siderúrgica controlada pelo empresário Benjamin Steinbruch acusa a Ternium de ter sonegado informações ao Cade quando a Corte administrativa aprovou, em 2012, a compra de 27,4% da Usiminas pelo grupo ítalo-argentino, em transação avaliada em R$ 5,1 bi

Nivaldo Souza, Agência Estado

29 de janeiro de 2015 | 17h21


BRASÍLIA - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acatou nesta quinta-feira um pedido da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) para investigar a entrada do ítalo-argentino Ternium-Techint no capital social da Usiminas. "A Procuradoria-Geral do Cade optou pela distribuição do pedido de revisão solicitado pela CSN", anunciou no plenário o presidente do tribunal, Vinícius Marques de Carvalho.

A petição foi protocolada pela CSN em dezembro. A siderúrgica controlada pelo empresário Benjamin Steinbruch acusa a Ternium de ter sonegado informações ao Cade quando a Corte administrativa aprovou, em 2012, a compra de 27,4% da Usiminas pelo grupo ítalo-argentino transação avaliada em R$ 5,1 bilhões.

No ano passado, o Cade determinou a diminuição da participação da companhia de Steinbruch na Usiminas, concorrente na qual havia comprado uma fatia de 17,43% dos papeis disponíveis na BM&FBovespa. A relação hostil entre CSN e Usiminas já havia ganhado um novo capítulo em novembro, quando a empresa de Steinbruch entrou com uma representação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contra a Ternium.

 

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