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Cade rejeita pedido da CNS para investigar restrição a minoritários na Usiminas

Acusação da CSN sobre pouco poder de minoritários na Usiminas não tem 'realidade fática', de acordo com o órgão regulador

Nivaldo Souza, O Estado de S. Paulo

25 de março de 2015 | 16h47

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou nesta quarta-feira um pedido da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) para que o órgão avaliasse uma suposta dificuldade de sócios minoritários da Usiminas de convocar assembleias de acionistas.

A siderúrgica do empresário Benjamin Steinbruch apresentou recurso alegando descumprimento, por parte dos acionistas controladores da Usiminas, do Termo de Compromisso de Desempenho (TCD) no qual o Cade determinou a redução da presença da CSN na siderúrgica mineira.


O chefe da Procuradoria Federal instalada no Cade, Victor Rufino, disse que não havia "realidade fática" na acusação da CSN. "Os minoritários já se mostraram capazes de convocar assembleia", disse.

O presidente do Cade, Vinicius Marques de Carvalho, avaliou que o cenário de disputa interna envolvendo os acionistas da Usiminas não fere o TCD alinhavado pelo órgão de defesa da concorrência. "Não houve mudança no cenário concorrencial envolvendo a Usiminas", disse.

A investida da CSN no Cade é mais um lance na disputa da empresa com o grupo ítalo-argentino Ternium-Techint, cuja entrada no capital acionário da Usiminas já foi contestado pela empresa de Steinbruch no órgão.

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