Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Centauro retoma plano de abrir capital na Bolsa

Em novembro de 2017, a companhia já havia submetido pedido de abertura, mas a demanda foi indeferida pela CVM

Aline Bronzati, O Estado de S.Paulo

19 de fevereiro de 2019 | 04h00

O Grupo SBF, dono da rede de lojas de artigos esportivos Centauro, protocolou pedido para abertura de capital na B3, bolsa paulista. A operação vai ser coordenada pelos bancos Bradesco BBI, Itaú BBA, BTG Pactual, Goldman Sachs, BB Investimentos e Credit Suisse.

No prospecto preliminar, enviado para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na sexta-feira, o Grupo SBF informou que usará os recursos da oferta de ações para abertura de novas lojas e reformas, bem como para reforçar capital de giro, amortizar dívida e investimentos.

Esta não é a primeira vez que a dona tenta listar suas ações na Bolsa. Em novembro de 2017, a companhia, que tem como sócia a Naomi Participações, do grupo GP Investments, havia submetido pedido de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), mas a demanda foi indeferida pela CVM em junho passado, porque a SBF não atendeu exigências da autarquia. A GP tem 36% da companhia. A expectativa, à época, era levantar R$ 700 milhões.

No ano passado, a varejista encerrou com lucro líquido de R$ 148,7 milhões, revertendo prejuízo de R$ 59,5 milhões no ano anterior. A receita líquida de R$ 2,275 bilhões em 2018, cifra 15,6% maior ante o exercício anterior. A rede conta com 192 lojas distribuídas em 97 cidades em 23 Estados.

Apoio a Bolsonaro

Dono da varejista de artigos esportivos, Sebastião Bomfim faz parte de um grupo de empresários que deram apoio declarado ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda durante a campanha presidencial. /COM REUTERS

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.