Wilton Júnior/Estadão
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CVM aceita R$1,61 mi de ex-diretor da Rossi e encerra processo de informação privilegiada

Valor a ser pago corresponde ao dobro do suposto prejuízo evitado, segundo a CVM; Cássio Audi foi acusado de ter utilizado informação privilegiada na negociação de ações da empresas entre 4 de janeiro e 18 de fevereiro de 2013

Juliana Schincariol, Reuters

30 de janeiro de 2015 | 19h50


RIO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aceitou acordo com o ex-diretor financeiro e de relações com investidores da Rossi Residencial RSID3.SA, Cássio Audi, de R$ 1,61 milhão, em caso de informação privilegiada, informou a autarquia nesta sexta-feira.

O valor a ser pago corresponde ao dobro do suposto prejuízo evitado, disse a CVM. Audi foi acusado de ter utilizado informação privilegiada na negociação de ações da empresas entre 4 de janeiro e 18 de fevereiro de 2013, disse a CVM em comunicado.

Em outro processo, a CVM também aceitou acordo com o diretor de relações com investidores da Gafisa (GFSA3.SA: Cotações), Andre Bergstein, mediante o pagamento de R$ 200 mil.

O executivo foi acusado de não ter providenciado divulgação tempestiva de fato relevante sobre a venda de 70 por cento da Alphaville diante do vazamento da informação.

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