Natura/Divulgação
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Natura cria comitê independente

Foram eleitos para sua composição Gilberto Mifano e Fábio Colletti Barbosa, conselheiros independentes da companhia, e Roberto de Oliveira Marques, presidente executivo do conselho de administração

Fátima Laranjeira, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2019 | 18h29

 O conselho de administração da Natura criou hoje o Comitê Independente, de caráter transitório, que será responsável por rever e negociar a relação de troca das ações da empresa por ações de emissão da Natura & Co, holding criada após a aquisição da Avon.

O comitê será composto por três membros, todos administradores da companhia. Foram eleitos para sua composição Gilberto Mifano e Fábio Colletti Barbosa, conselheiros independentes da companhia, e Roberto de Oliveira Marques, presidente executivo do conselho de administração.

Com a criação da holding brasileira, em maio de 2019, os sócios da Natura ficaram com 76% das ações, ante 24% dos acionistas da Avon. Após a  aquisição, a Natura & Co passou a ter faturamento bruto anual superior a US$ 10 bilhões (ou mais de R$ 40 bilhões), cerca de 40 mil colaboradores e presença em cem países.

A Natura obteve compromisso dos bancos Bradesco, Citigroup e o Itaú Unibanco, no valor de até US$ 1,6 bilhão, para pagar parte dos acionistas da Avon.

Segundo a Natura, a companhia criaria a quarta maior empresa de cosméticos do mundo, pois à época já controlava a própria Natura, a britânica The Body Shop e a australiana Aesop.

O negócio avaliou a Avon em cerca de US$ 3,7 bilhões (R$ 15 bilhões). Em 2012, a empresa recusou proposta de aquisição da rival Coty, que estava disposta a pagar US$ 11 bilhões (ou cerca de R$ 44 bilhões) pela companhia.

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