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Pedido de falência da Gafisa foi feito por fornecedor que tem serviços contestados

A empresa afirma ainda que tem recursos para pagar e elidir o pedido, além de jamais ter se furtado a negociar

Fátima Laranjeira, O Estado de S.Paulo

02 de abril de 2019 | 20h02

Em resposta a questionamento da CVM feito nesta terça-feira, 2, a respeito do pedido de falência formulado pela Leograf Gráfica e Editora Ltda, a Gafisa diz que foi surpreendida e que está contestando os serviços da companhia fornecedora. "Trata-se, inclusive, de ação na qual a Gafisa ainda não foi sequer citada", afirma, ressaltando que tomará as medidas administrativas e judiciais devidas visando reparação e indenização por danos materiais e morais.

"De qualquer modo, o valor da alegada dívida é de R$ 343.428,92. A Gafisa tem recursos para pagar e elidir o pedido, jamais se furtou de negociar, e não aceita essa forma de cobrança que visa unicamente prejudicar a imagem da companhia", diz. A Gafisa ressalta ainda que estabeleceu canal de negociação com a empresa, lamentando, também, o rompimento de entendimentos, que teria sido de forma unilateral, por parte dos autores da ação, "o quais - ao que se pôde apurar - têm reiteradamente adotado este tipo de procedimento para cobrar valores que entende serem devidos".

A Gafisa afirma ainda que tomará o posicionamento adequado, pontuando todos os aspectos jurídicos e financeiros envolvidos, restando claro que a solução buscada pelo fornecedor "dada a natureza e suas implicações jurídicas, acarretará numa maior morosidade na eventual satisfação de seu alegado direito".

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