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Trabalhadores da GM protestam por salários e atrasam produção no RS

Na fábrica de Gravataí são produdizos os modelos do Onix, Celta e Prisma

Cleide Silva, do Estadão,

18 de abril de 2013 | 11h57

SÃO PAULO - Trabalhadores da General Motors de Gravataí (RS) atrasaram em duas horas a entrada do primeiro turno de trabalho nesta quinta-feira e devem repetir o protesto às 15h, no início do segundo turno, e à meia noite, quando normalmente começa o terceiro turno na fábrica que produz os modelos Onix, Celta e Prisma.

Eles pedem equiparação salarial com os trabalhadores das fábricas da GM de São Caetano do Sul e de São José dos Campos, em São Paulo.  

Segundo o diretor administrativo do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari, o piso salarial médio na unidade local é de R$ 1.000, enquanto nas outras duas é de R$ 1.700 mil. Com dissídio em abril, a categoria também reivindica pagamento de participação nos lucros e resultados similar ao pago nas filiais de São Paulo, que em 2012 foi de R$ 12 mil.

Durante o protesto, o trânsito na rodovia que dá acesso à fábrica ficou interrompido, causando congestionamentos.

"Aqui, recebemos R$ 7 mil", diz. Na terça-feira o sindicato terá novo encontro com a direção da GM e, segundo Ascari, se a reivindicação não for atendida o sindicato apresentará proposta de greve por tempo indeterminado na assembleia marcada para quarta-feira.

O complexo de Gravataí emprega cerca de 7 mil funcionários, incluindo trabalhadores das fabricantes de autopeças que atuam ao lado da linha de montagem de veículos. A GM não quis comentar o tema.

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