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Ação da CSN brilha no setor siderúrgico brasileiro, opina Merrill Lynch

As ações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) se tornaram as estrelas do setor siderúrgico brasileiro para a corretora do banco de investimentos Merrill Lynch. A instituição elevou o preço-alvo das ações da empresa para os próximos 12 meses de R$ 72 para R$ 103. De acordo com o relatório do banco, a companhia tem "valores escondidos (minério de ferro e logística)" avaliados em US$ 2,6 bilhões e que podem ser precificados nos próximos 12 meses. Outro bom negócio, aponta o relatório, é investir em ações da Usiminas. O preço-alvo da empresa também foi ampliado para R$ 103 (antes estava em R$ 84). "Usiminas é nossa segunda melhor escolha entre as siderúrgicas brasileiras". A companhia também é considerada boa opção na análise das corretoras BES Securities, Ágora Senior, Fator e do banco BB Investimentos. As quatro mantiveram perspectivas positivas para a Usiminas em 2006, apesar do fraco desempenho apresentado pela empresa no primeiro trimestre do ano. A siderúrgica registrou queda de 66% no lucro líquido no período, para R$ 344,613 milhões, em relação a igual trimestre de 2005. A Companhia Vale do Rio Doce é outra grande siderúrgica brasileira em que a Merrill Lynch aposta: a corretora do banco de investimentos manteve a recomendação de "compra" para o ADR (recibo de ações negociados nos Estados Unidos) da empresa, embora não tenha alterado o preço-alvo, de R$ 66. Para a instituição, a sinalização da Vale de focar a redução de custos neste ano foi uma decisão acertada. Já a Gerdau teve a recomendação de "compra" reduzida para "neutra", devido à fraca perspectiva para a demanda doméstica.

Agencia Estado,

11 de maio de 2006 | 07h00

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