Ações da Varig sobem, apesar do futuro seguir indefinido

As ações preferenciais da Varig, mantendo a volatilidade dos últimos dias, hoje disparam 16,44%, cotadas a R$ 1,72. Ontem, o juiz Luiz Roberto Ayoub, da 8ª Vara Empresarial, aprovou a proposta de compra da companhia aérea feita pela Trabalhadores Grupo Varig (TGV) no leilão da semana passada - de US$ 449 milhões, com deságio de 47,8%. Entretanto, a Justiça do Rio impôs condições para que a aquisição seja efetivada. Segundo ele, a TGV terá 48 horas para explicar melhor a origem dos recursos que pretende utilizar na transação. Ayoub admitiu a possibilidade de realizar um novo leilão da Varig, caso a TGV não consiga cumprir as exigências. Em nova audiência, hoje, em Nova York, ficou decidido que a empresa brasileira terá de devolver em 30 dias, a partir de ontem, as turbinas que estão nas aeronaves que a companhia opera para a Willis Lease Finance Corp. No entanto, nos próximos sete dias, a Varig precisará, ao menos, ter tirado de operação as nove turbinas para que o retorno seja efetuado no prazo estipulado (30 dias). Enquanto isso, a empresa segue cancelando vôos - de sábado até ontem à noite, foram 48.

Agencia Estado,

13 de junho de 2006 | 11h08

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