ADRs brasileiros negociados em Nova York operam em queda

Destaque negativo são recibos da Braskem, que caem 2,86%

Álvaro Campos, da Agência Estado,

23 de agosto de 2010 | 12h41

Os ADRs brasileiros negociados em Nova York operam em queda, com um desempenho pior do que as bolsas norte-americanas, que registram perdas menores. Mais cedo o mercado de ações subia, refletindo a atividade de fusões e aquisições, mas a euforia passou e o setor de tecnologia passou a operar no campo negativo. Às 12h35 (de Brasília), o índice Dow Jones Brazil Titans 20 recuava 270,60 pontos (0,85%), a 31.962,34 pontos.

 

No campo negativo, o destaque eram os ADRs da Braskem, que perdiam 2,86%, a US$ 16,65. A Gol caía 2,34%, a US$ 13,37. A Eletrobras tinha retração de 2,03%, a US$ 14,96 nos papéis ON; os recibos PN da empresa recuavam 2,09%, a US$ 12,67.

 

A Fibria Celulose tinha queda de 1,05%, a US$ 16,00, apesar de dados positivos. Números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mostraram que a companhia apresentou elevação de 311,64% nas exportações em julho, ante o mesmo período do ano passado, chegando a US$ 121,367 milhões.

 

Uma das poucas empresas que registrava ganhos era o banco Santander, que subia 0,15%, a US$ 13,00.

 

No grupo dos ADRs que mais influenciam a variação do índice, a Petrobras ON tinha queda de 0,64%, a US$ 34,20; os recibos PN da estatal perdiam 0,39%, a US$ 30,47. A Vale ON caía 1,99%, a US$ 27,60; a Vale PN recuava 1,38%, a US$ 24,34. O Itaú Unibanco registrava desvalorização de 0,75%, a US$ 21,24.

 

O índice Dow Jones Brazil Titans inclui as 20 ações de empresas brasileiras de maior liquidez e capitalização de mercado negociadas na bolsa norte-americana. As informações são da Dow Jones.

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