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ADRs brasileiros seguem demais mercados e caem

Os American Depositary Receipts (ADRs) brasileiros (recibos de ações) negociados em Nova York têm mais um dia de forte queda, em linha com o desempenho ruim dos principais mercados financeiros de todo o mundo. Os negócios, de maneira geral, são pressionados por preocupações com a inflação, que ganharam força hoje após a divulgação do aumento de 0,3% do núcleo do índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI, na sigla em inglês) em abril, acima do 0,2% esperado por analistas. Nos quatro primeiros meses do ano, a inflação sobe à taxa anual de 5,1%. Por volta das 13 horas, o índice composto de ADRs do Bank of New York operava em baixa de 3,18%, aos 148,68 pontos. O subíndice para América Latina perdia 3,80%, para 235,18 pontos. Os ADRs da Vale do Rio Doce recuavam 4,52%, para US$ 48,84. A mineradora informou nesta manhã que fechou acordo com siderúrgicas japonesas para um aumento de 19% do preço do minério de ferro e uma queda de 3% dos preços de pelotas de alto forno. Pão de Açúcar recuava 1,23%. A varejista disse hoje que a Casino registrou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de oferta pública de aquisição de ações com direito a voto do Pão de Açúcar. Gol despencava 7,71%, para US$ 32,91. A companhia aérea surpreendeu o mercado ao anunciar que apresentou à CVM pedido de registro de uma oferta pública de 12,5 milhões de ações preferenciais, além de debêntures conversíveis em ações com vencimento previsto para 2026. A empresa entrou ainda com pedido de registro junto à SEC (Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado financeiro dos EUA) de uma oferta internacional de títulos conversíveis em ações com vencimento previsto também para 2026. Os ADRs da Petrobras recuavam 4,64%, para US$ 94,15. No setor de telecomunicações, Telemar recuava 4,29%, para US$ 15,38. Entre os bancos, Itaú cedia 5,10%, para US$ 30,17.

Agencia Estado,

17 de maio de 2006 | 14h29

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