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Ajuste técnico limita queda dos juros no início do pregão

O dia começa com um noticiário favorável para a queda de juros, tanto aqui quanto lá fora. O índice de preços ao produtos, o indicador de inflação no atacado dos EUA, veio mais fraco do que o esperado - a taxa subiu 0,1%, ante previsão de alta de 0,2%. E o núcleo do índice mostrou deflação de 0,4%, contra previsões de alta de 0,2%. Esse dado consolida a perspectiva de que o Fed (banco central americano) não voltará a mexer na taxa de juro na reunião desta semana. Outro dado importante nos EUA foi o número de construções de residências iniciadas em agosto, que despencou 6%, e foi para o menor nível em mais de três anos. Por aqui, foi decepcionante o resultado das vendas do comércio varejista, divulgado pelo IBGE. Elas caíram pelo segundo mês consecutivo em julho, na comparação com o mês anterior, apresentando recuo de 0,45%. Todos esses números apenas consolidam o cenário favorável à continuidade da queda dos juros. E, por isso, ampliam o potencial de recuo das taxas nos contratos futuros de DIs (depósitos interfinanceiros). Hoje, no entanto, operadores acreditam que pode até haver um ajuste técnico do mercado, limitando o movimento de baixa das taxas. Operadores observam que muitos players vêm carregando posições vendidas em juros. E hoje é um dia favorável para o que pretendem reduzir essas posições, para ficarem "mais leves", como costumam dizer os profissionais desse mercado. No pregão da Bolsa de Mercadorias & Futuros, o juro projetado pelo DI de janeiro de 2008 tinha taxa de 13,59% ao ano às 10 horas, ante 13,58% no fechamento de ontem.

Agencia Estado,

19 de setembro de 2006 | 10h06

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