Ata do Copom traz alívio e juro futuro fecha quase estável

Diante do caos que se abateu sobre os mercados internacionais, o comportamento do mercado doméstico de juros não foi dos piores. A taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) de janeiro de 2008, o mais negociado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), fechou a quinta-feira em 15,80% ao ano, contra os 15,79% de ontem. A grande responsável por evitar o excesso de nervosismo no mercado de juros foi a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje. O Banco Central (BC) reconheceu que a volatilidade internacional gera incertezas em relação à inflação futura. No entanto, o BC continua considerando esse quadro como transitório, ao mesmo tempo em que destaca os "sólidos fundamentos da economia brasileira". Com isso, o mercado de juros não descartou a continuidade dos cortes da Selic, na contramão de vários países que elevaram suas taxas básicas hoje (India, Coréia do Sul, África do Sul, Dinamarca e também o Banco Central Europeu).

Agencia Estado,

08 de junho de 2006 | 16h17

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