Bahia vai ganhar fábrica da Akzo Nobel, que atenderá a Suzano

A holandesa Akzo Nobel, que atua no setor de químicos para celulose e papel por meio da Eka Chemicals, vai construir uma nova unidade de dióxido de cloro no Brasil com o objetivo de atender à segunda linha de celulose branqueada de eucalipto da Suzano Papel e Celulose, que está sendo implantada em Mucuri, sul da Bahia. Em comunicado distribuído na sexta-feira, a Eka Chemicals informa que a fábrica terá capacidade de produção de 45 toneladas por dia de dióxido de cloro, utilizado no processo de branqueamento da commodity.Segundo o presidente da Eka Chemicals do Brasil, Valentin Suchek, o investimento na unidade, que será construída junto à planta da Suzano, deve girar em torno de 15 milhões de euros. "Ali, já temos unidade menor, com capacidade de produção de 20 toneladas por dia, cuja partida ocorreu em 2004", afirmou. A Eka Chemicals produz ainda clorato de sódio - matéria-prima para o dióxido de cloro - em duas unidades, localizadas em Jundiaí (SP) e Eunápolis (BA).Conforme a empresa, a fábrica com capacidade de produção de 25 toneladas por dia de dióxido de cloro em Mucuri, com vistas a abastecer a fábrica da Suzano, foi construída em 2003. A partir do projeto de expansão da companhia de celulose e papel, foi firmado um novo acordo para implantação da segunda linha, que deve entrar em operação em 15 de agosto de 2007.

Agencia Estado,

19 de junho de 2006 | 13h57

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