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Banco recomenda compra de ações da Dasa

O banco de investimentos Merrill Lynch iniciou a cobertura para ações da Dasa, com recomendação de "compra" e preço-alvo, em 12 meses, de R$ 51,00 por ação. Analistas do banco destacaram, em relatório, que a empresa tem aumentado o número de diagnósticos e, conseqüentemente, expandido sua receita. O banco divulgou relatório também sobre as ações do Pão de Açúcar, para as quais reduziu a recomendação de "compra" para "neutra". Dasa A instituição financeira acredita que a expansão da receita da Dasa continuará robusta por causa da exposição ao crescente mercado brasileiro de cuidados com a saúde, das estratégias de consolidação e da diversificação dos negócios da companhia. Além disso, a maior escala deverá levar a um forte incremento da margem. De acordo com os analistas, as aquisições continuarão funcionando como um importante estímulo para aumentar o valor da companhia. Além disso, com a compra da Alvaro, no fim de 2005, a empresa ingressou no atraente mercado de laboratório de referência. A Alvaro, de acordo com o relatório, registrou um aumento médio de 50% de sua receita por ano nos últimos três anos. O banco acredita que futuras aquisições menos lucrativas, ameaças relacionadas à competitividade e pressões dos preços inerentes ao setor podem representar riscos ao preço-alvo de R$ 51,00. Pão de Açúcar Os analistas do banco de investimentos ressaltaram que a concorrência acirrada e a queda de preços, ou os reajustes menores do que o esperado, não deverão permitir uma recuperação significativa das vendas "mesmas lojas" do Pão de Açúcar no curto prazo. Eles disseram ainda que a competição também deverá limitar a lucratividade da joint venture de finanças ao consumidor que a empresa tem com o Itaú. Os desafios, dizem os especialistas, poderão resultar em mais debilidade do preço das ações. "Entretanto, num panorama de 12 meses, nós acreditamos que o ciclo de redução da taxa de juros no Brasil e o ambiente macroeconômico sólido, bem como a possibilidade de algum anúncio favorável relacionado à consolidação, poderão elevar as cotações atuais." Os analistas destacam no relatório que, de forma geral, as grandes varejistas brasileiras parecem estar perdendo espaço para um comércio mais fragmentado e, muitas vezes, informal. Além do impacto deflacionário severo proveniente da taxa de câmbio apreciada, as crescentes redes varejistas altamente sofisticadas, segundo o relatório, representam um desafio a mais.

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