Barril de petróleo sobe a US$ 63,59 em Nova York

Os contratos futuros de petróleo operam com pequena valorização nas negociações eletrônicas de Londres e Nova York esta manhã, com a diminuição da pressão vendedora dos últimos dias, disseram operadores. O analista Julian Keites, da Fimat, destacou que a onda de vendas de sexta-feira, quando o contrato de novembro chegou a US$ 62,21 o barril, aconteceu com volumes mais baixos em relação aos dias anteriores, o que poderia ser um sinal de redução da pressão de queda. Olivier Jakob, da Petromatrix, reconhece que o mercado está excessivamente vendido, mas não descarta mais perdas para abaixo dos US$ 60 o barril, embora possa ocorrer uma correção para cima no curto prazo. "No estágio atual, eu não acredito que conseguiremos cair para menos de US$ 60 o barril na primeira tentativa; em vez disso, vamos precisar de uma pequena recuperação para diminuir os sinais de excesso de vendas nesse mercado antes de voltar a recuar com mais força", afirmou. A razão para a expectativa de continuação da trajetória de queda foram os cortes recentes das previsões de demanda feitos nas últimas semanas. Mas alguns operadores dizem que, embora isso possa pesar sobre o sentimento no curto prazo, vale a pena olhar para o quadro geral. Eles afirmam que a diminuição da demanda já foi descontada nos preços e que o mercado poderá ser sustentado pela expectativa de que a Opep irá reduzir seu teto oficial de produção. Às 10 horas (de Brasília), o contrato de petróleo bruto para outubro negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex eletrônica) subia 0,41%, para US$ 63,59 o barril. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

18 de setembro de 2006 | 10h02

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