BC dos EUA decide juro, mas atenção recai sobre comentário

São Paulo, 21 de março - A expectativa de boa parte dos analistas é que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) mantenha a taxa de juros dos Estados Unidos inalterada em 5,25% ano. Isso porque, segundo especialistas, os números da inflação tiraram de cena a possibilidade de o banco central norte-americano reduzir os juros no curto prazo para evitar que a liquidez no sistema financeiro seque, caso os problemas com o mercado hipotecário de alto risco (subprime) leve a um aperto geral nas condições de crédito. Com isso, a atenção dos investidores deverá ficar no comentário do Fed divulgado após a definição dos juros. Analistas acreditam que a autoridade monetária poderá manter o mercado alerta aos riscos de pressão sobre os preços, mas ao mesmo tempo deverá começar a preparar os investidores para eventual redução das taxas de juro. Todos os horários de divulgação de dados no exterior são de Brasília. EUA/Juros - O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Fed define a nova taxa básica de juros do país, atualmente em 5,25% ao ano. EUA/Imóveis - A Associação dos Bancos Hipotecários (MBA) divulga, às 8 horas, o índice de refinanciamento na semana até o último dia 16. EUA/Petróleo - O Departamento de Energia (DoE) e o American Petroleum Institute (API, do setor privado) divulgam, às 11h30, suas estimativas sobre o nível dos estoques norte-americanos de petróleo bruto e derivados na semana até o último dia 16. Brasil/Balanços - PDG Realty e TAM divulgam balanços.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.