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Bolsa acompanha cenário exterior e fecha em alta de 1,86%

Ibovespa subiu 1,86%, aos 54.238,59 pontos – maior nível desde 25 de maio; mercado doméstico também contribuiu para resultado, com destaque para alta nos papéis da Vale e de bancos

Claudia Violante, O Estado de S. Paulo

18 de junho de 2015 | 17h41

A Bolsa reagiu com atraso à divulgação do resultado do encontro de política monetária do Federal Reserve, encerrado na quarta-feira, e subiu com vigor nesta quinta-feira, também na esteira de mais um dia de ganhos das bolsas norte-americanas. A alta no mercado doméstico foi generalizados, com destaque para Vale e bancos. 

O Ibovespa subiu 1,86%, aos 54.238,59 pontos, maior patamar desde 25 de maio (54.609,25 pontos). Na mínima, o índice marcou 53.214 pontos (-0,07%) e, na máxima, 54.352 pontos (+2,07%). No mês, acumula ganho de 2,80% e, no ano, de 8,46%. O giro financeiro totalizou R$ 5,451 bilhões. 

As bolsas norte-americanas deram a senha para o desempenho doméstico e, segundo um profissional, o vencimento de Ibovespa futuro e opções sobre Ibovespa, nesta quarta-feira, 'atrapalhou' a repercussão do conteúdo do comunicado do Fed e também das declarações de Janet Yellen. 

Assim, a Bovespa tirou o atraso nesta quinta-feira e subiu. Vale teve forte valorização, também ajudada pelos ganhos das mineradoras no exterior e influenciada ainda por vencimentos no mercado amanhã. Esses exercícios em Wall Street também teriam impactado o desempenho de Petrobras. 

Vale ON terminou em alta de 4,78%, a segunda maior do Ibovespa, e a PNA, de 3,20%. Bradesco PN subiu 3,75%, Itaú Unibanco PN, 2,47%, BB ON, 3,24%, e Santander unit, 0,55%. Petrobras fechou em alta de 2,14% na ON e de 1,90% na PN. 

Nos EUA, o Dow Jones terminou em alta de 1%, aos 18.115,84 pontos, o S&P 500 teve ganho de 0,99%, aos 2.121,24 pontos, e o Nasdaq registrou valorização de 1,34%, aos 5.132,95 pontos.

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