Bolsa de Londres cai, mas Frankfurt fecha em +0,29%

As bolsas européias fecharam em direções divergentes, com os papéis das montadoras na retaguarda, diante de preocupações com as condições para os negócios nos EUA e na Europa. O índice FT-100, de Londres, fechou em queda de 0,02%; o Xetra-DAX, de Frankfurt, em alta de 0,29%; e o CAC-40, de Paris, com ganho de 0,07%. A valorização da moeda européia nos últimos dias prejudicou os papéis das exportadoras, especialmente do setor automotivo. As ações da DaimlerChrysler caíram 0,7%. A Daimler informou ontem queda de 13% em suas vendas em junho, em base anual, nos EUA. A companhia teve a meta de preço de suas ações cortada de 50 euros para 46 euros pelo Morgan Stanley. Os papéis da Fiat caíram 1,8%, depois de a Merrill Lynch rebaixar sua recomendação de "neutro" para "venda". As vendas da montadora italiana caíram 12,6% em junho, mas a empresa manteve sua fatia de 30% no mercado norte-americano. As ações da Renault perderam 2% diante das negociações para formação de uma aliança entre a companhia, a Nissan e a General Motors. As ações da companhia fornecedora de peças para automóveis francesa Valeo recuou 0,4%. Os papéis da siderúrgica alemã ThyssenKrupp subiram 3,8%, com a aprovação por seu conselho da recompra de 5% de suas ações. Os papéis do grupo Vodafone subiram 1,1% depois de ter sua recomendação elevada para "compra", de "manter". Os papéis da GlaxoSmithKline caíram 1,4% e os da AstraZeneca perderam 1,4%, em reação ao rebaixamento na recomendação para suas ações, de "compra" para "manter", pelo ING, que citou o baixo potencial de valorização e preocupações com novos produtos para justificar a correção. As informações são da Dow Jones.

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