Bolsa de Milão cai 2,7% por exposição da Itália à Líbia

Há pouco, o índice FTSE Mib, da Bolsa de Milão, operava em queda de 2,7%, para 22.448,94 pontos 

Regina Cardeal, da Agência Estado ,

21 de fevereiro de 2011 | 12h18

A Bolsa de Milão apresenta desempenho pior do que outros grandes mercados europeus, em meio às preocupações de que os protestos na Líbia possam atingir negativamente blue chips italianas como Eni e UniCredit. "A Itália é um dos países europeus mais expostos à Líbia, por causa de seus fortes laços financeiros e políticos", disse um trader, que prevê que a pressão sobre as ações italianas pode continuar no curto prazo.

Há pouco, o índice FTSE Mib, da Bolsa de Milão, operava em queda de 2,7%, para 22.448,94 pontos. Londres caía 0,43%, Paris estava em baixa de 1,07% e Frankfurt perdia 0,98%. As ações da Eni estavam em baixa de 4,8%, embora a companhia italiana tenha afirmado que suas amplas operações na Líbia não foram afetadas pela turbulência. Os papéis do UniCredit recuavam 4,6%, uma vez que o fundo soberano da Líbia (LIA) e o banco central do país estão entre seus principais acionistas. As informações são da Dow Jones.

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