Bolsa de NY sobe com imóveis, Intel e McDonald's

As bolsas norte-americanas sobem, estimuladas pelo inesperado aumento nas vendas de imóveis novos em agosto, mas não houve força suficiente para que os índices Dow Jones e S&P 500 tocassem seus patamares históricos de alta. O Dow Jones chegou a 11.720,80 pontos na máxima, 2,18 pontos abaixo do recorde de 11.722,98 pontos atingido em 14 de janeiro de 2000. O S&P 500 foi até 1.340,08 pontos, 0,81 ponto abaixo do recorde histórico de 1.340,89 pontos. Às 13h18 (horário de Brasília), o Dow Jones subia 0,40% para 11.716,40 pontos e o S&P 500 avançava 0,20% para 1.339,01 pontos. O Nasdaq operava em alta de 0,35% a 2.269,18 pontos. A queda nas encomendas de bens duráveis em agosto, embora este seja um indicador sujeito a revisão, alertou investidores preocupados com o ritmo do pouso da economia dos EUA. O Departamento do Comércio dos EUA divulgou queda de 0,5% nas encomendas de bens duráveis em agosto, para o nível sazonalmente ajustado de US$ 209,75 bilhões, surpreendendo economistas que esperavam aumento de 0,5%. As ações da Intel e do McDonald's, duas blue chips (empresas com ações de primeira linha), ajudam a manter o bom humor do mercado. Os papéis da Intel subiram mais de 2%, depois de uma corte federal limitar o impacto de uma sentença movida da Advanced Micro Devices contra a empresa. A corte decidiu que as alegadas práticas antitruste não prejudicam a atividade da AMD nos EUA. Já os papéis da rede de fast food McDonald's subiram mais de 2%, com a aprovação por seu conselho de aumento de quase 50% em seu dividendo, de US$ 0,67 para US$ 1,00. As informações são da Dow Jones e agências internacionais.

Agencia Estado,

27 de setembro de 2006 | 13h30

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