Bolsa fecha em alta de 1,77% e retoma 63 mil pontos

Mas, no acumulado de maio, Ibovespa tem queda de 6,64%

Claudia Violante, da, Agência Estado

31 de maio de 2010 | 17h26

O último dia do mês foi de pouca movimentação na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Sem a sua referência norte-americana - as bolsas não trabalharam em razão do feriado do Memorial Day -, e também com Londres fora do ar em razão de feriado bancário, o movimento na praça doméstica foi fraco e se configurou no menor do ano. Os poucos investidores que se arriscaram puxaram compras, principalmente em Petrobras e Vale, o que sustentou o índice Bovespa (Ibovespa) o dia todo em alta e aliviou um pouco as perdas do mês. O Ibovespa terminou a sessão na máxima pontuação do dia, de 63.046,51 pontos, com variação positiva de 1,77%.

Na mínima, o Ibovespa registrou 61.950 pontos (estável). Com o desempenho de hoje, as perdas acumuladas em maio foram de 6,64%, fazendo com que o mês tivesse a maior queda desde outubro de 2008 (-24,80%). No ano, a Bolsa acumula baixa de 8,08%. O giro financeiro negociado hoje somou R$ 3,890 bilhões, o resultado mais baixo desde os R$ 2,92 bilhões de 29 de dezembro do ano passado. Os dados são preliminares.

A alta de hoje foi puxada por um movimento localizado de compras em Petrobras, principalmente, e Vale. Segundo operadores, os investidores estariam aproveitando que os papéis estão atrasados em razão das dúvidas em relação ao processo de capitalização para melhorar o desempenho de suas carteiras neste final de mês. A ação ordinária (ON) disparou 5,15% e a preferencial (PN), 4,96%. Vale também teve alta firme, de 2,15% na ON e 2,22% na PNA.

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