Bolsa inverte sinal e sobe no início da tarde

Em sua estreia na bolsa, OSX ON operava em baixa de  mais de 11%

Fabiana Holtz, da Agência Estado,

22 de março de 2010 | 12h03

A Bovespa inverteu o sinal visto na abertura e opera em alta no início da tarde. O cenário externo ainda preocupa, além de uma alta inesperada dos juros na Índia, os investidores continuam atentos à crise da dívida da Grécia diante da proximidade de vencimento de títulos gregos, mesmo assim, a bolsa ainda opera acima dos 68 mil pontos.

Às 14h25 horas, o Ibovespa registrava alta de 0,11%, aos 68.901 pontos, com giro de R$ 3,1 bilhões e revisão de R$ 6,33 bilhões para o fechamento. Na mínima, o índice chegou a 67.899,04 pontos (-1,40%).


Em sua estreia na bolsa, OSX ON operava em baixa de 11,5%, a R$ 708. A empresa de serviços para a indústria de petróleo do grupo controlado pelo empresário Eike Batista obteve o preço de R$ 800,00 por ação em seu IPO - resultado que ficou abaixo do piso da faixa indicativa inicial, que variava entre R$ 1.000,00 e R$ 1.333,33, conforme antecipou a Agência Estado. A oferta foi coordenada pelo Credit Suisse (líder), ao lado de Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e Morgan Stanley.

Em seu IPO, além do lote principal, foram registradas 459.450 ações do lote suplementar da OSX, que se não for exercido no prazo de 30 dias reduzirá o valor final da operação para R$ 2,450 bilhões. Havia a expectativa no mercado de que o IPO chegasse a R$ 3,3 bilhões, mas o lote adicional, colocado quando há excesso de demanda, acabou não sendo registrado.

Entre as blue chips, os papéis preferenciais da Petrobrás apresentavam declínio de 0,14% e Petrobras ON recuava 0,42%. Enquanto isso, as ações PNA da Vale subiam 1,02% e Vale ON 1,17%, seguindo o mercado de commodities metálicas, que reagem a expectativa de uma valorização do dólar.

 

A Petrobrás informou crescimento de 31% no lucro líquido no quarto trimestre de 2009 na comparação com igual período do ano anterior, para R$ 8,129 bilhões. O resultado no trimestre superou em 10,5% a média das previsões dos analistas ouvidos pela AE, de R$ 7,353 bilhões. No acumulado do ano de 2009, o lucro foi de R$ 28,982 bilhões, queda de 12,4%, para R$ 28,982 bilhões sobre o ano de 2008.

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