Bolsas asiáticas fecham em direções divergentes

Índice Kospi, de Seul, avançou 0,37%, aos 2.020,90 pontos, enquanto na China o Xangai Composto recuou 0,57%

Agência Estado

17 de julho de 2014 | 10h05

Os mercados de ações da região da Ásia e do Pacífico fecharam em direções divergentes nesta quinta-feira, diante da falta de grandes catalisadores macroeconômicos na região. Entre os destaques, a Bolsa de Sydney atingiu o maior nível em seis anos durante o pregão, impulsionada pelo setor de mineração.

A temporada de balanços nos EUA, que até agora tem se mostrado melhor do que o esperado, e declarações da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, até conseguiram elevar o sentimento dos investidores no início do pregão, mas as bolsas da região se enfraqueceram ao longo do dia com a falta de indicadores e eventos econômicos. Na quarta-feira, Yellen indicou em depoimento ao Congresso que os juros devem permanecer baixos por algum tempo, o que foi saudado pelos investidores asiáticos. Com isso, o índice Kospi, de Seul, avançou 0,37%, aos 2.020,90 pontos.

Em Sydney, a tendência de alta foi direcionada pelo setor de mineração, após empresas da área publicarem relatórios positivos sobre produção e depois da divulgação de crescimento econômico levemente acima do esperado na China. O índice S&P ASX 200 chegou a tocar o patamar de 5.561,10 pontos, pouco acima do pico observado em abril, de 5.554,50 pontos. No fechamento, o índice registrou alta de 0,06%, aos 5.522,40 pontos, com ganhos de mais de 1% nas ações da Fortescue Metals e da Rio Tinto.

Na China, as ações terminaram em baixa. O índice Hang Seng, de Hong Kong, cedeu 0,01%, aos 23.520,87 pontos, enquanto o Xangai Composto recuou 0,57%, para 20.55,59 pontos. O índice Shenzhen Composto registrou baixa de 0,56%, aos 1.099,05 pontos. Entre os fatores de pressão, agentes do mercado questionaram a sustentabilidade do crescimento do país, que teve a ajuda no segundo trimestre de pequenas medidas de estímulo. Fonte: Dow Jones Newswires.

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