Bolsas asiáticas fecham em direções divergentes

O índice Kospi fechou em queda de 0,07%, enquanto o Shangai Composto fechou com valorização de 0,17%

AE, Agência Estado

18 de julho de 2014 | 09h28

Os mercados de ações da Ásia e do Pacífico fecharam em direções distintas nesta sexta-feira. No início das sessões nas diferentes bolsas da região, predominava a aversão ao risco após a queda do avião da Malaysia Airlines ontem na Ucrânia. Contudo, ao longo do pregão, alguns mercados se recuperaram de parte das perdas ou até subiram. Para analistas, investidores já precificaram parte dos atuais riscos geopolíticos e avaliam que o impacto dos últimos desdobramentos pode ser transitório.

Entretanto, existe o temor de que a queda da aeronave possa aumentar as tensões entre a Rússia e o Ocidente sobre o conflito na Ucrânia. Além disso, a crise na Faixa de Gaza impulsionou o petróleo, porque o Oriente Médio é a maior região produtora da commodity. Na Coreia do Sul, o índice Kospi fechou em queda de 0,07%, a 2.019,42 pontos, na mínima. Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,28%, para 23.454,79 pontos.

Outros índices na China, entretanto, registraram alta. O Shangai Composto fechou com valorização de 0,17%, a 2.059,07 pontos, enquanto o Shenzen Composto avançou 0,20%, para 1.101,26 pontos. Ambos foram sustentados pelo fortalecimento dos setores de bebidas e imobiliário, mas a preocupação com o ritmo de crescimento da economia doméstica limitou os ganhos.

Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,17%, a 5.531.66 pontos, se recuperando da mínima em cinco dias de 5.484 pontos, com investidores buscando refúgio em ações de empresas que pagam altos dividendos e com lucros sólidos. O setor bancário teve bom desempenho, enquanto a Newcrest Mining e a Woodside Petroleum subiram 3,23% e 0,79%, respectivamente, com a alta dos preços do ouro e do petróleo. Com Dow Jones Newswires

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