Bolsas asiáticas sobem à espera de dados da China

As bolsas da região da Ásia e do Pacífico fecharam em alta nesta segunda-feira, à espera de indicadores econômicos importantes da China. A onda de compras também foi direcionada pelos ganhos em Wall Street na sexta-feira, que foram impulsionados por uma certa amenização dos temores com um possível contágio no mercado mais amplo da crise no Banco Espírito Santo (BES), uma das principais instituições bancárias de Portugal.

AE, Agência Estado

14 de julho de 2014 | 07h22

Nesta semana, a China divulga uma série de números importantes, que devem guiar os negócios nos próximos dias. Entre os destaques, a segunda maior economia do mundo publica os dados do segundo trimestre do Produto Interno Bruto (PIB) e números mensais de produção industrial e vendas no varejo, na terça-feira. Os investidores também devem se focar na divulgação de indicadores dos EUA, como produção industrial e confiança do consumidor, e na ata da última reunião de política monetária do Banco da Reserva da Austrália (RBA).

Com isso, o índice Xangai Composto avançou 0,96%, para 2.066,65 pontos, enquanto o índice Shenzhen Composto teve ganho de 1,19%, aos 1.121,05 pontos. As montadoras lideraram as compras depois que Pequim anunciou novos subsídios e outros incentivos para fazer com que autoridades e agências governamentais comprem veículos energeticamente eficientes, disseram analistas.

Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,45%, aos 5.511.40 pontos, com destaque para as ações de bancos e de outras blue-chips. As mineradoras terminaram em direções divergentes, com ganho de quase 1% nos papéis da BHP Billinton, mas perda de mais de 2% na Fortescue. O índice Kospi, de Seul, ganhou 0,26%, aos 1.993,88 pontos.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, por sua vez, terminou o dia com avanço de 0,49%, aos 23.346,67 pontos, sustentado pelo setor de telecomunicações. As três maiores empresas da área na China disseram no final da semana passada que devem estabelecer, de maneira conjunta, uma operadora de torre. Com isso, os papéis da China Unicom, que terá 30% da nova empresa, saltaram quase 5% no pregão. Os da China Telecom subiram cerca de 4% e os da China Mobile avançaram 2,6%. Com informações da Dow Jones

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