Bolsas de Nova York testam alta na abertura

As bolsas norte-americanas abriram em alta, estimuladas pelos números sobre gastos com consumo e renda pessoal, os quais amenizam temores relacionados ao ritmo da desaceleração econômica nos Estados Unidos. O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE), por sua vez, registrou variação mensal modesta, mas o aumento anual foi o maior desde setembro do ano passado. O petróleo continua em foco. Às 10h41 (de Brasília), o índice Nasdaq subia 0,10%; o Dow Jones operava em +0,06%; e o S&P 500 em +0,04%. Segundo informou o Departamento do Comércio, o núcleo do índice de preços de gastos com consumo, que exclui alimentos e energia, subiu 0,3% em fevereiro na comparação com o mês anterior, levemente acima da projeção de analistas de alta de 0,2%. Em relação a fevereiro do ano passado, o núcleo do índice PCE avançou 2,4%. Já a renda pessoal dos norte-americanos cresceu 0,6% em fevereiro, enquanto os gastos com consumo pessoal também aumentaram 0,6%. Mais cedo, o petróleo subia por conta da tensão entre o Irã e o Reino Unido, mas reagiu em baixa após os dados divulgados hoje nos EUA. Às 10h36 (de Brasília), o contrato futuro de petróleo para maio na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) registrava baixa de 0,58%, a US$ 65,65 o barril; em Londres, o contrato de mesmo vencimento valia US$ 67,65 (-0,34%). Os papéis da Dell perderam 2,4% no pré-mercado, em reação à notícia divulgada ontem de que a companhia encontrou erros em sua contabilidade e evidências de comportamentos corporativos impróprios que podem levar à revisão dos resultados anteriores. A Dell está atrasando a divulgação do balanço de 2006, o terceiro trimestre seguido em que perde o prazo estipulado pela SEC (a Comissão de Valores Mobiliários norte-americana). As informações são da Dow Jones.

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