Bolsas de NY abrem em baixa afetadas pelo petróleo

As Bolsas de Nova York abriram em baixa hoje. Às 10h34, o índice Dow Jones cedia 0,15% e o índice Nasdaq recuava 0,14%. A alta superior a 2% do petróleo nos contratos futuros de novembro é quem ameaça estragar o clima positivo durante a sessão de hoje em Wall Street. Mas o impacto do petróleo pode ser contido pelas ações de redes varejistas norte-americanas, que, no geral, registraram um desempenho atipicamente forte de vendas em setembro, com compras atrasadas associadas à volta às aulas, busca de produtos para o frio e a queda dos preços da gasolina. A lista das empresas que anunciaram resultados acima das estimativas de vendas em setembro inclui AnnTaylor, Abercrombie & Fitch, Bebe Stores, Children´s Place, Federated, Guess, Limited e a Nordstorm. No grupo das empresas que apresentaram números abaixo das expectativas estão o Wal-Mart, que confirmou a sua previsão de crescimento de 1,3% das vendas, ante o prognóstico original de 2,1%. A Costco, outra varejista de produtos variados, registrou aumento de apenas 4% em suas vendas. O prognóstico era de incremento de 5%. No pré-mercado, a Starbucks subia 5,1%, reagindo ao desempenho robusto de vendas da cafeteria. Nas unidades abertas há mais de 13 meses, as vendas aumentaram, em média, 6%, no período de cinco semanas até 1 de outubro, na comparação a 2005. Os analistas previam aumento de 3,3%. Ontem, o Dow Jones estabeleceu novo nível recorde de fechamento pelo segundo dia consecutivo, ao fechar em 11.850,61 pontos, com alta de 1,05%. O S&P ganhou 1,21% e o Nasdaq avançou 2,11%, com o mercado reagindo a indicadores que fortaleceram a expectativa de "pouso suave" da economia dos EUA e a declarações do presidente do Fed, Ben Bernanke, de que o mercado de imóveis residenciais está passando por uma "correção significativa". As informações são da Dow Jones.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.