Bolsas de NY abrem perto da estabilidade após PIB

Às 10h45, o índice Dow Jones operava em queda de 0,17%; o S&P 500 recuava 0,06%; e o Nasdaq subia 0,05%

Luciana Antonello Xavier, da Agência Estado ,

26 de maio de 2011 | 10h53

Os números do Produto Interno Bruto (PIB) e dos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos chegaram para minar um pouco as incertezas dos investidores em relação à economia americana e com isso as bolsas de Nova York abriram o pregão procurando um rumo. Às 10h45 (horário de Brasília), o índice Dow Jones operava em queda de 0,17%; o S&P 500 recuava 0,06%; e o Nasdaq subia 0,05%.

O PIB dos EUA no primeiro trimestre subiu 1,8%, o mesmo resultado da avaliação anterior e abaixo da previsão, de revisão para alta de 2,2%. O núcleo do índice de preços para gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) foi revisado para alta de 1,4%, de +1,5% anteriormente.

Já o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego subiu 10 mil, para 424 mil na semana passada, um resultado bem menos animador do que a esperada queda de 4 mil solicitações. O número da semana anterior foi revisado em alta para 414 mil, dos 409 mil informados anteriormente.

Por causa dos problemas de dívida soberana na Grécia e países periféricos na zona do euro, cresceu entre os investidores os temores em relação ao crescimento mundial. Por isso, é grande a expectativa em relação a um novo acordo de socorro financeiro ao governo grego. Ainda na agenda do dia, o presidente Barack Obama participa na França do encontro dos chefes de governo dos países do G-8, que começa hoje e vai até amanhã.

Na Líbia, o primeiro-ministro Al-Baghdadi al-Mahmoudi teria enviado uma carta aos governos de vários países propondo um cessar-fogo, numa tentativa de colocar fim aos conflitos que já duram três meses e que tem ajudado a impulsionar os preços do petróleo.

Entre as notícias corporativas, a joalheria Tiffany & Co. divulgou que teve um lucro de US$ 81,1 milhões no primeiro trimestre, acima do previsto por analistas. Já a Heinz''s informou que sua receita líquida subiu 14%, para US$ 990 milhões, impulsionada pelo aumento de 2% nas vendas. A companhia também elevou as projeções para o ano.

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