Bolsas de NY caem sob influência de indicadores fracos

Às 12h35 (horário de Brasília), o índice Dow Jones recuava 0,39%, o Nasdaq caía 0,33% e o S&P 500 registrava baixa de 0,33%

Luciana Antonello Xavier, da Agência Estado ,

15 de fevereiro de 2011 | 12h46

As Bolsas de Nova York abriram o dia em queda, após a divulgação de alguns indicadores econômicos dos Estados Unidos, especialmente o de vendas no varejo. A recuperação fraca na zona do euro e a inflação global forte também prejudicam os negócios. Os números de hoje da China e do Reino Unido confirmam que pressões inflacionárias seguem firmes. Às 12h35 (horário de Brasília), o índice Dow Jones recuava 0,39%, o Nasdaq caía 0,33% e o S&P 500 registrava baixa de 0,33%.

Nos EUA, as vendas no varejo subiram 0,3% em janeiro - a sétima alta mensal consecutiva -, mas abaixo da previsão de alta de 0,6%. Já os preços das importações subiram 1,5% em janeiro, superando as estimativas de alta de 0,8%. O índice Empire State de atividade no setor de manufatura em Nova York subiu para 15,43 em fevereiro, ante 11,92 em janeiro.

Na China, a inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 4,9% em janeiro ante janeiro de 2010, acima da alta de 4,6% em dezembro, mas abaixo das estimativas de alta de 5,4%. No Reino Unido, o CPI subiu 4% em janeiro, ante 3,7% em dezembro. No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado na semana passada, ficou em 0,83% em janeiro, ante alta de 0,63% em dezembro.

Na Europa, as economias ainda mostram pouco fôlego para crescer e tiveram resultados abaixo da estimativa no quarto trimestre. O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro - que reúne os países que utilizam o euro como moeda - cresceu 0,3% no quarto trimestre ante o trimestre anterior. Já o PIB alemão cresceu 0,4%, o da França avançou 0,3% e o da Itália subiu apenas 0,1%. Esses três países são, nessa ordem, as três maiores economias da zona do euro.

No ambiente corporativo, a Chevron terá que pagar, por determinação judicial, US$ 8,6 bilhões para limpar a poluição de petróleo nas florestas do Equador. Já a rede de cafeterias Starbucks estaria em negociações para fechar parceria com o fabricante de café Green Mountain Coffee Roasters.

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