Bolsas de NY oscilam, sem acordo nos EUA

Mau humor por falta de acordo foi contido após sinal positivo de agências de classificação de risco

Luciana Antonello Xavier, correspondente da Agência Estado,

22 de novembro de 2011 | 12h45

As bolsas de Nova York operavam sem direção definida, em meio ao fracasso de parlamentares dos Estados Unidos em chegar a um acordo sobre o plano para a redução do déficit do país em US$ 1,2 trilhão. Além disso, a chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje que "não há solução rápida para a crise europeia".

Por outro lado, o mau humor foi moderado após as agências de classificação de risco Moody''s e a S&P terem afirmado que o fracasso sobre o acordo nos EUA não é decisivo para um rebaixamento da nota soberana de crédito do país.

Às 12h40 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,11%, Nasdaq subia 0,23% e S&P 500 tinha leve alta de 0,05%.

Na agenda de indicadores, o Departamento de Comércio dos EUA divulgou hoje que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu à taxa anualizada de 2,0% no terceiro trimestre, segundo dados revisados. A leitura é menor do que o dado inicial, de expansão de 2,5%, e também ficou abaixo da estimativa dos analistas, de 2,3%.

Foi divulgado ainda que o núcleo do índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) subiu 2,0% no terceiro trimestre deste ano. Já o PCE cheio subiu 2,3% no período, em vez de 2,4% como inicialmente calculado.

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